Havia naquela sala um suspiro desconcertante de uma dama. Por essa noite haviam dormido, todos, em silêncio.
O dia que viera a seguir era chuvoso. Estavam as lágrimas a correr pelos céus, em todos os cantos o silêncio tocava o esplendor.
No segundo dia tudo estava tão mais triste.
Foram alguns alegrar a jovem que ficava sempre ali, sentada no canto do salão.
Ora, ora! Quem diria que hoje você estaria com trajes tão...festivos!
Deixe-me, sim?
Não havia qualquer interesse em sua voz. Não houve o menor arrependimento.
Encolheu-se então sobre aquele tecido um tanto rosado e um pouco curto.
Tudo o que veio em sua mente era triste demais, sua vida pouco importava.
Quem realmente era ele?
Quem foi o homem que morreu?
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